Simetria Abstrata
Veneno
Provei do veneno mortal
Cerrei meus olhos
E agora vivo e enterrado
Espreito o tempo a me decrepitar
Preso na lembrança perdida
Já quase sem voz
Já quase sem vida
Amarelando na fotografia esquecida
Um comentário:
Pablo Almeida
12 de dezembro de 2010 às 10:47
Bonito :)
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Bonito :)
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